Revista Novo Perfil Curiosidades

sábado, 19 de outubro de 2013


Você pensou em comer apenas um biscoito, mas antes que se desse conta, já tinha devorado metade do pacote? Parece que os ratos têm o mesmo problema.

Pesquisadores do Connectict College descobriram que Oreo, o biscoito recheado favorito dos norte-americanos, pode ser tão viciante para ratos quanto a cocaína.

De acordo com a pesquisa realizada pelo neurocientista Joseph Schroeder e seus alunos do Connecticut College, ratos criaram uma forte associação entre os agradáveis efeitos de comer biscoitos e um ambiente específico, como criaram com cocaína ou morfina.

Ao analisar o cérebro dos ratos, a equipe descobriu que comer biscoitos recheados ativava mais neurônios do “centro de prazer” que algumas drogas.

Em um comunicado à imprensa, Schroeder disse que “Isso pode explicar por que algumas pessoas não conseguem resistir a esse tipo de alimento, mesmo sabendo que faz mal”.

Mas o que originou esse estudo, pra começar? Schroeder e sua equipe queriam determinar as possíveis causas de obesidade em bairros de baixa renda. Comprar biscoitos é muito mais fácil e barato que comprar drogas, mas pode oferecer a mesma satisfação pouco saudável.

A principal neurocientista da faculdade, Jamie Honohan, responsável pela ideia original do estudo, explicou que os ratos são muito parecidos com os seres humanos ao saborear um biscoito recheado.

“Eles abrem o biscoito ao meio e comem o recheio primeiro” declarou.

Revista Novo Perfil Online
Fonte: Discovery Brasil
Por Amanda Onion

sexta-feira, 18 de outubro de 2013


As impressoras que imprimem objetos em três dimensões prometem transformar o incômodo gesso usado em pernas e braços quebrados em uma peça leve e com design tão fashion que muita gente vai querer usAR mesmo sem precisar.

O gesso impresso feito nas impressoras 3D é projetado com base no membro do paciente, usando técnicas de raios-X e ressonância. O sistema denominado Cortex utiliza um plástico fino, com recorte ventilado e lavável.

O idealizador do novo modo de engessar é o estudante Jake Evill, da Nova Zelândia. Segundo o jornal britânico Daily Mail, durante uma pós-graduação em mídia, ele trabalhou no departamento de ortopedia da sua universidade e idealizou o sistema que já é chamado de 'gesso do futuro'.

Agora o estudante está à procura de apoio para desenvolver o software de computador para socializar o tratamento.

O novo gesso é confortável como uma luva e parece capaz de provocar uma mudança de paradigma nos tratamentos com gesso - tão incômodos que deram novo significado ao termo engessado, hoje usado como referência a tudo o que signifique perda de liberdade e criatividade.




Revista Novo Perfil Online
Fonte: Estadão.com.br







Médico explica os riscos do paracetamol e diz que não sabe por que remédio continua no mercado .

Pesquisa divulgada pela revista científica New Scientist alerta sobre os riscos que o paracetamol traz para a saúde depois que foi divulgado que o analgésico se tornou a principal causa de insuficiência hepática nos Estados Unidos. O estudo mostra que a proporção de problemas no fígado causados pelo medicamento chegou a 51% do total em 2003. Em 1998, esta proporção era de 28%.

Os cientistas americanos responsáveis pelo estudo chegaram à conclusão de que 20 comprimidos de paracetamol por dia são suficientes para causar insuficiência hepática e levar à morte - a dose máxima recomendada é de oito.

Em entrevista ao UOL News, o toxicologista Anthony Wong, do Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas, deu uma aula sobre o que se deve e o que não se deve fazer no uso do paracetamol, admitiu não saber por que o remédio ainda continua no mercado e explicou que a dosagem perigosa varia de pessoa para pessoa.

"A quantidade de comprimidos é altamente variável. Só aqui no Brasil tem comprimido de 750mg. Na Inglaterra só tem de 500mg e de 360mg. Nos Estados Unidos existem comprimidos de até 1g, mas isso ainda é muito restrito. Nos Estados Unidos, inclusive, já há restrições, com advertência de caixa preta, para que as pessoas não tomem paracetamol com bebida alcoólica. Se tomar mais de 3 doses de bebida alcoólica não pode tomar paracetamol."

Ainda sobre a dosagem, lembrou: "20 comprimidos é uma dose média, mas há pessoas que já tiveram falência hepática tomando 8 comprimidos de 500mg, que dá 4g. É importante salientar que a máxima diária são 4g de paracetamol, desde que não tenha álcool, problema hepático ou o paciente não esteja tomando um outro remédio."

Nada de paracetamol na ressaca
Ele contou que a velha prática de tomar um comprimido com paracetamol em dias de ressaca para combater a dor de cabeça deve ser completamente abolida da vida das pessoas. "É uma boa advertência para essa época de natal e ano novo. Não se pode tomar um porre e depois tomar paracetamol, pois pode causar lesão hepática fulminante mesmo em doses menores do que 20 comprimidos. Também não pode tomar aspirina, porque ela aumenta o sangramento gástrico."

Para Anthony Wong, a pesquisa vem numa boa hora. "É importante e muito bem-vindo o alerta, porque os americanos e principalmente os brasileiros tomam remédios como se fossem 'M&Ms'. Não pode." Ele contou que nos Estados Unidos, além da morte causada por falência hepática, o paracetamol é a principal causa de morte por intoxicação de todos os remédios que existem no país."

"Então por quer ainda está no mercado?", perguntou a jornalista. "Nos Estados Unidos tem um forte trabalho de marketing em cima do FDA. Já na Europa há muitas restrições. Na Inglaterra, por exemplo, só se pode comprar uma caixa por mês."

Segundo o médico, febre muito alta, jejum prolongado ou vômito prolongado em crianças ou adultos são muito perigosos. "Isso esfolia a pessoa de radicais que são necessários para neutralizar o paracetamol."

O efeito no fígado

Segundo o médico, o efeito do paracetamol no fígado é tardio. "Depois de 12 horas a pessoa começa a sentir náuseas. Depois de 24 horas começa a ter dor de cabeça muito forte por causa da lesão do fígado. E aí não adianta dar nada, porque o antídoto só funciona, na melhor das hipóteses, antes de 24 horas. Depois disso é muito tarde."

Ele contou que há 3 anos saiu na Pediatrics um estudo alertando para esse efeito, dizendo que uma criança que tomou paracetamol e está vomitando poderia estar com overdose de paracetamol. "E tanto é verdade que muitos centros já aplicam um antídoto quando uma criança que tomou paracetamol é atendida e a mãe não sabe dizer qual foi a dose. Depois fazem a dosagem. Se for baixa, suspendem o antídoto."

O paracetamol e a febre

Anthony Wong lembrou que vários antigripais contêm paracetamol. Lillian pediu para o médico citar alguns nomes-fantasia para que as pessoas pudessem saber de que remédio estão falando. Citou como alguns exemplos Tylenol, Naldecon, Cheracap, Cedrin e Dimetap. "Quase todos os antigripais têm paracetamol e muito facilmente causam overdose."

O especialista explicou que não se deve nunca começar um tratamento de gripe com aspirina. "Motivo: existe uma doença chamada Síndrome de Reye, que causa a destruição fulminante do fígado se a pessoa tomar aspirina e tiver propensão genética de destruição maciça no fígado." Ele contou que essa advertência sobre o uso da aspirina foi feita no fim da década de 70, começo da década de 80.

"Quando saiu essa advertência, a incidência de Reye nos Estados Unidos era mais ou menos de mil casos por ano. Praticamente 95% das pessoas morriam. No Brasil não era muito menor. Depois da advertência, o número de casos caiu para 25 ao ano. Isso demonstra que existe uma associação causal com uso da aspirina."

Alternativas

O médico deu algumas alternativas ao paracetamol. "Tenho uma certa preferência pela dipirona (novalgina), mas o ibuprofeno (advil para adulto e alivium para criança), que está entrando agora no mercado, é bastante seguro." Wong lembrou que nem a aspirina nem o paracetamol podem ser ingeridos em casos de dengue. O primeiro porque causa sangramento e o segundo porque ataca o fígado.

Sobre reação anafilática, Wong explicou que independe do medicamento. "Pode acontecer com qualquer remédio, desde dipirona, pinicilina (o mais comum de causar alergia), ácido acetilsalicílico, até picada de abelha. A dica é: evite ao máximo tomar remédio. Se precisar, tome com cautela, com cuidado, mesmo que seja a 1/10 de vez que estiver tomando aquele remédio."

O paracetamol e a estatina

A jornalista Lillian Witte Fibe perguntou a ele se é perigoso misturar o paracetamol com a estatina, que é usada para o controle do colesterol. "Ainda não foi demonstrada uma associação entre os dois. Parece que atuam em lugares diferentes dentro da célula hepática. Sabemos que alguns antibióticos, como a rifampicina, usada para tuberculose, e também alguns antibióticos da linha do cipro podem se associar ao paracetamol e provocar uma lesão de fígado."

Revisa Novo Perfil Online
Uol News

terça-feira, 15 de outubro de 2013


Se parássemos pra pensar o quanto vale um professor nós daríamos bem mais valor á essa profissão de ensinar. Pois independente de seu salário nos ensina com muita dedicação ajudando toda nossa população com esse seu trabalho diário. E não haveria nenhum doutor se no início de sua carreira não tivesse tido uma carteira e principalmente um professor. A esse grande profissional demonstro a minha gratidão reconhecendo que sua profissão é importante e fundamental. Enfim, somos todos gratos por tudo que fizeste por nós e agora, em uma só voz, diremos: Professor...muito Obrigado.



Revista Novo Perfil Online


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Site: www.farobook.com.br
Farobook. 

Uma rede social onde o foco seja seus bichinhos: esse é o Farobook o site que faz a interação entre os animais onde pode se postar fotos conversar sobre bichos e falar sobre o assunto livremente. A ideia é que o Farobook se torne uma grande família unindo pessoas com a mesma vontade a de divulgar o amor que sentem pelos animais de estimação um local onde você possa denunciar maus tratos anunciar sobre animais perdidos doações e aberto a postagens de matérias relativas a assuntos veterinários de interesse comum e todas as informações pertinentes ao tema.

No Farobook você pode criar o seu Blog ,sua comunidade e fazer um álbum para o seu Pet além das crianças se poderem se divertir com jogos infantis de animais.

Atualmente o site completou cinco meses no ar e reúne mais de quatro mil pessoas que interagem diariamente e realizam postagens em prol dos animais de estimação. De todos os usuários há desde os comuns cachorros e felinos até aves,peixes,répteis entre outros. Dentre as ferramentas do site existe a troca do famoso “Curtir” de outra rede por “Lamber” e também o “Farejando”onde pode divulgar dados de animais perdidos, achados,adoção ou até mesmo o resgate. E há também o reality chamado BBFou “Big Brother Faro”onde 14 bichos (cães e gatos) são escolhidos e realizam provas,tarefas a serem cumpridas e também o paredão onde há eliminações. Os internautas usam as próprias enquetes do site para votar e escolher os seus favoritos. Os usuários do site também contam com um veterinário que responde dúvidas e dá dicas de como cuidar melhor do bem-estar do bichinho e manter a saúde.

O Farobook foi criado por um eletricista Marcos ,45 anos de Santos litoral de São Paulo. Apaixonado pela internet resolveu criar um lugar que pudesse ser exclusivo para outra paixão sua: os animais. Junto com sua esposa Jassa eles colocaram o site no ar e passaram por diversos problemas desde a falta de dinheiro para investimento quanto aos termos de programador e servidor. Marcos se uniu a outro amigo Mauro qual divide os serviços e as despesas mas ainda é difícil e complicado manter a rede social no ar. E é isso que o Farobook está buscando: divulgar seu trabalho para aumentar ainda mais o número de acessos por todo o Brasil e patrocínio de pessoas que possam ajudar o site a crescer cada vez mais.

Hoje o Farobook é uma referência em redes sociais voltadas aos animais de estimação uma grande ajuda a todos os proprietários (pais e mães) de Pet´s onde podem interagir com outras pessoas com os mesmos problemas e pessoas especializadas em vários assuntos servindo como uma ferramenta de utilidade pública além de todos difundirem o extremo amor pelos seus queridos bichinhos.


Revista Novo Perfil Online
Matéria sugerida pelo leitor/ Marcos R Rodrigues - Santos/SP


domingo, 13 de outubro de 2013

Mexicanos descobriram que o tempero, comum no Brasil, pode deixar a água potável de forma natural.
Foto :Saucy Salad/Flickr

Em parceria com cientistas norte-americanos, os estudantes da Universidade Politécnica de Francisco I. Madero, no México, descobriram que o coentro tem potencial para eliminar impurezas e retirar metais pesados da água de forma orgânica. A erva, que também apresenta diversas propriedades medicinais, vem mostrando eficiência em purificar os sistemas de irrigação no Vale do Tula, situado nas proximidades da Cidade do México.

A pesquisa teve início quando os estudantes observaram o poder de desintoxicação da erva, utilizada de forma natural para filtrar o sangue e eliminar radicais livres do corpo. Durante as experiências, a equipe comprovou que as células que compõem o coentro conseguem reter com facilidade alguns metais, como o níquel, que, ao ser ingerido, pode causar graves complicações – como o câncer de pulmão.

De acordo com Douglas Schauer, coordenador da pesquisa, a próxima etapa é verificar se o coentro, tempero comum na cozinha brasileira, também é capaz de eliminar metais com maior toxicidade, como o mercúrio, que causa estragos irreversíveis – seja na saúde das pessoas, seja nos corpos d’água de todo o planeta.

Os testes vêm sendo realizados em plantações do Vale do Tula, região que, historicamente, exerceu importante influência para as civilizações pré-colombianas. Além de ser utilizado para purificar a água que irriga as plantações, o coentro também demonstra eficiência ao ser inserido numa espécie de sachê de chá, capaz de filtrar a água imprópria para consumo, conforme explicam os cientistas.

Os resultados da pesquisa foram apresentados à American Chemical Society, que publicou a novidade. Além dos bons resultados nos testes de purificação de água, está comprovado que o coentro pode ser utilizado para controlar a pressão sanguínea, diminuir a ansiedade e ainda combater a cefaleia e a insônia.

Revista Novo Perfil Online
Fonte: Discovery Brasil
Por Gabriel Felix


sábado, 12 de outubro de 2013


Depois de 41 anos de confinamento, Herman Wallace foi libertado na semana passada. Três dias depois, ele morreu de complicações de câncer de fígado enquanto dormia.

Wallace, 71 anos, um dos “Três de Angola”, foi condenado em 1972 pelo assassinato de um guarda da Penitenciária do Estado de Louisiana, também conhecida como Angola. Até o fim, defendeu sua inocência. Em 1º de outubro, um juiz federal declarou que seu julgamento não foi justo e retirou a acusação do júri de instrução.

Prisioneiros que viveram em silêncio absoluto relatam ter tido alucinações e a sensação de que estavam loucos. Por quê?

DCI

Independentemente da política do caso, a morte de Wallace mostra que anos de isolamento têm um efeito profundo sobre o corpo e a mente.

“Entendo que ele tenha perdido mais de 18 quilos nos meses anteriores ao diagnóstico do câncer de fígado, quando se descobriu que seu caso era incurável. Mas com a assistência médica adequada, teria sido diagnosticado muito mais cedo, tratado intensamente e provavelmente a doença não o mataria tão rápido”, sugere o dr. Terry Kupers, psiquiatra do Instituto Wright, com formação em psicoterapia psicanalítica e forense e psiquiatria social e comunutária.

Os efeitos físicos mais comuns da doença incluem problemas cardiovasculares e gastrointestinais, enxaquecas e fadiga profunda. Enquanto estava no confinamento solitário, Wallace provavelmente se saiu melhor do que a maioria dos prisioneiros isolados, segundo especialistas, devido à sua consciência política.

“Sempre me impressiona o fato de que muitos desses detentos não guardam tanto rancor por sua situação”, diz Kupers. “Creio que isso é especialmente verdadeiro em relação aos presos muito inteligentes e politicamente sofisticados, como Herman Wallace”.

“Discuti essa questão com Robert King (um dos Três de Angola, hoje em liberdade), que concorda comigo nesse ponto. Quando os presos compreendem a dinâmica social e a injustiça de seu tratamento na prisão, eles não sentem tanta raiva como os que decidem sobreviver para mudar um sistema tão abusivo e discriminatório. Isso deve explicar por que alguém como Herman Wallace conseguiu sobreviver por quase 42 anos de tortura em confinamento solitário e continuar lúcido, politicamente consciente e comprometido com a justiça”.

Stuart Grassian, psiquiatra que estuda o confinamento solitário, visitou os Três de Angola no início de 2000, em Angola. ”As condições lá eram particularmente abomináveis”, relata. “Estive em muitas prisões e nunca senti medo, exceto lá. O Acampamento J (uma área de Angola reservada ao confinamento solitário) é uma masmorra miserável, com celas minúsculas e sujas, vazamento de água, mofo e absurdamente quentes no verão. Os mosquitos são insuportáveis. Mas esses homens possuíam uma enorme força e inteligência, e nunca sucumbiram aos sintomas mais drásticos do isolamento”.

Uma das condições associadas ao confinamento, raramente observado na população em geral, é o chamado delírio psicótico florido. Os sintomas incluem hiperreação a ruídos e outros estímulos, alucinações, ataques de pânico, dificuldade de concentração e de memória e paranoia.

Estudos que utilizam a eletroencefalografia (EEG) para medir as reações do cérebro a estímulos mostram que, após poucos dias de confinamento solitário, aumentam o estupor e os delírios. Um desses estudos comprovou que os sintomas podem se prolongar após a libertação do confinamento. Com o tempo, segundo Kuepers, ocorre um entorpecimento generalizado.

“Descobri que os prisioneiros que passaram décadas em confinamento solitário desistem de se comunicar. Eles não falam sequer com o guarda que entrega a bandeja de comida ou dizem bom dia ao detento da cela ao lado”, relata Kupers .

“Para dominar a raiva, eles começam a suprimir todos os sentimentos e a se sentir entorpecidos, sem vida e, finalmente, ‘mortos’. Um grande número de presidiários descreveu essa sensação de isolamento e entorpecimento, mesmo no contexto do confinamento solitário, como um estado de morte”.

Metade dos suicídios bem sucedidos nas prisões dos Estados Unidos é cometida por detentos em confinamento solitário, informa Kupers – cerca de 4% a 6% da população carcerária.

O principal investigador de práticas de tortura das Nações Unidas, Juan Mendez, pediu que os Estados Unidos banissem o isolamento prolongado, citando suas consequências nefastas para o corpo e a mente.

Os apoiadores de Wallace esperam que seu caso inspire mudanças no sistema penal. ”Herman nunca foi o foco”, declarou uma amiga, Ashley Wennerstrom, ao NOLA.com . “Trata-se de um movimento muito maior para tornar o sistema de justiça criminal, de fato, justo”.


Revista Novo Perfil Online
Fonte: Discovery 

Veja como a mente fica confusa:




sexta-feira, 11 de outubro de 2013


Lucy cantou sucesso de Luiz Gonzaga e foi aprovada por Brown e Lulu

O The Voice Brasil desta quinta-feira (11) deu lugar à tradicional música nordestina. Conhecida regionalmente pela sua bela voz e pelo talento no acordeom, Lucy Alves se apresentou nas audições às cegas do reality show da Globo.

Com o instrumento que é sua marca, Lucy subiu ao palco e cantou para os técnicos a canção “Qui Nem Jiló”, uma das músicas mais conhecidas de Luiz Gongaza. Não demorou muito para que Carlinhos Brown virasse a cadeira a fim de ver a dona daquela voz tão peculiar.

Clã Brasil

Embora esteja tentando agora uma carreira nacional, Lucy Alves já é bastante conhecida no Nordeste. A pessoense é vocalista do Clã Brasil, grupo musical formado em 2011 e composto por ela e pelas irmãs Laryssa, Lizete e Maria José, além do pai José Hilton.

A música nordestina de raiz do Clã Brasil logo conquistou os apaixonados pelo ritmo. O grupo já gravou dois DVDs e acumula grandes parcerias com ícones do forró e do baião, como Marinês, Sivuca, Três do Nordeste, Pinto do Acordeon e Elba Ramalho.

Foi com outro grande músico que Lucy Alves e o Clã Brasil tiveram mais contato: Dominguinhos. Morto em julho deste ano, o exímio sanfoneiro, como todo nordestino, encantou-se pelo talento da banda familiar. A admiração por ele era tão forte que, em 2009, o grupo musical lançou o DVD “Clã Brasil canta Dominguinhos”, com um apanhado dos maiores sucessos do poeta do acordeom.

Carreira

A vida artística de Lucy Alves começou aos 4 anos de idade, tocando violino no Conservatório Musical da Universidade Federal da Paraíba. Autodidata no acordeom, a participante do The Voice também aprendeu a tocar piano, bandolim e cavaquinho.

Formada em Música no mesmo departamento onde iniciou sua vida artística, Lucy Alves hoje tenta conciliar as apresentações do Clã Brasil com a carreira solo e a preparação para o lançamento do seu primeiro trabalho individual, no próximo ano.

Agora a pessoense aguarda ansiosa o fim das audições às cegas do The Voice Brasil para começar as batalhas, etapa em que os membros do próprio grupo se enfrentam e o técnico escolhe quem vai para a semifinal e quem é eliminado.

Quem passar por todas as fases e chegar à grande final ganha R$ 500 mil, um contrato com a gravadora Universal Music, gerenciamento de carreira e um automóvel 0 km.

Revista Novo Perfil Online
Fonte: G1



Quando estiver trabalhando ou estudando, as condições do escritório podem ter um efeito crucial sobre seu desempenho. Enquanto a ordem proporciona uma sensação de profissionalismo e seriedade, a desordem desperta a impressão oposta. No entanto, ambientes desorganizados contribuem para a criatividade. Mas como?

Um estudo conduzido por Kathlee Vohs, Joseph Redden e Ryan Rakhine, da Universidade de Minnesota, demonstrou que a bagunça no local de trabalho não é uma coisa negativa, pelo contrário: ajuda a desenvolver a criatividade. Sob a hipótese de que os ambientes organizados fomentam convenções sociais conservadoras, e de que os espaços desordenados incentivam as pessoas a buscar caminhos não convencionais, os pesquisadores realizaram três experimentos. O ponto de partida foi a ideia de que “ordem e desordem são estados que ativam diferentes partes do cérebro, e podem beneficiar uma pessoa com resultados diferentes”.

O primeiro experimento dividiu aleatoriamente 34 estudantes holandeses em uma sala arrumada e outra bagunçada. Os espaços eram idênticos e contíguos, com a mesma iluminação. O experimento envolveu três fases distintas: na primeira, os estudantes tiveram que responder a um questionário durante dez minutos; em seguida, deveriam escolher entre uma maçã ou uma barra de chocolate; finalmente, os pesquisadores lhes perguntaram se queriam fazer uma doação em dinheiro a uma organização que entrega brinquedos e livros para crianças.

Os resultados do primeiro experimento mostraram que os participantes da sala arrumada se mostraram duas vezes mais dispostos que os da sala bagunçada a escolher a maçã e a doar mais dinheiro. A partir disso, os pesquisadores concluíram que os espaços ordenados inspiram disciplina, escolhas saudáveis e uma atitude ética. Ou seja, confirmaram a hipótese de que os espaços organizados estimulam comportamentos bem vistos pela sociedade.

No segundo experimento, 48 estudantes norte-americanos foram divididos em duas salas. Ambos os grupos deveriam pensar e listar ao menos dez novos usos para bolas de pingue-pongue. Depois de processar os resultados, os pesquisadores descobriram que os estudantes que estavam na sala bagunçada conseguiram imaginar usos mais criativos do que os propostos pelos participantes da sala arrumada.

Segundo os pesquisadores, ambientes organizados representam virtudes rígidas e condutas morais, enquanto espaços bagunçados incentivam as pessoas a romper com essas convenções, algo fundamental para a criatividade. Ou seja, estar em um espaço desorganizado teria um efeito estimulante sobre a criatividade. ”Ser criativo implica romper com a tradição, a ordem e as convenções, e um espaço desorganizado parece ajudar as pessoas a fazerem isso”, explicam.

Finalmente, o terceiro experimento analisou os efeitos da organização do espaço sobre a preferência entre o tradicional e o novo. Para isso, 188 adultos norte-americanos deveriam escolher novos itens para a sua dieta, entre produtos cujos rótulos diziam “clássico” e “novo”.

Os adultos que estavam na sala organizada tendiam a escolher os alimentos com o rótulo “clássico”, enquanto os da outra sala preferiam os produtos com o rótulo “novo”. Ou seja, o terceiro experimento demonstrou que os ambientes ordenados estimulam a preferência pelo tradicional, não pela novidade.

Todos os experimentos confirmaram a hipótese inicial, sugerindo que “os efeitos de ordem física são amplos e têm muitas nuances. Ambientes desorganizados parecem inspirar as pessoas a se livrar da tradição, produzindo novas ideias. Já os espaços organizados reforçam as convenções e a sensação de segurança”.

Qual é a sua opinião sobre esse estudo? Você prefere a ordem ou a desordem?

Revista Novo Perfil Online
Fonte: Discovery Brasil


quinta-feira, 10 de outubro de 2013


Que atire a primeira pedra quem nunca ficou sem bateria no celular num momento importante – seja para fazer um contato de emergência, para tirar uma foto bombástica ou para publicar um post interessante nas redes sociais. Para evitar esta situação, um grupo de norte-americanos desenvolveu a Mipwr Dinamo, uma capinha que não só protege o smartphone, como também aproveita o movimento das mãos para dar a energia suficiente por até duas horas de ligação.

Além de ser um avanço para a tecnologia de dispositivos móveis, o projeto é sustentável, uma vez que utiliza uma fonte orgânica e renovável de energia – o movimento – sem precisar das tomadas e nem da queima de combustíveis fósseis.

Em setembro, o produto foi apresentado no Kickstarter, plataforma internacional de financiamento coletivo, e aguarda a arrecadação de fundos para ser comercializado em larga escala. Em sua parte interna, a capinha possui um sistema eletromagnético que alimenta uma bateria de 400 mA, e, ao ser movimentada por um minuto, produz energia suficiente para garantir uma ligação de até trinta segundos. O módulo também pode ser carregado por uma conexão USB.

O produto foi desenvolvido em Illinois, nos EUA, pelos inventores Bob Panos e Karl Lee, em versões disponíveis para iPhone 4 e 4S. Também foi criado um modelo para iPhone 5, que será comercializado a partir da data em que terminar a campanha de arrecadação de fundos no site internacional de financiamento coletivo, dia 19 de outubro.

Cada exemplar custa a partir de 25 dólares e pode ser adquirido online, através da própria plataforma. Quem comprar o acessório sustentável automaticamente estará financiando o projeto, que precisa correr contra o tempo para atingir a verba necessária: até o fechamento desta reportagem, o projeto contava com 95 apoiadores e uma verba de quase 3.500 dólares. O valor ainda é baixo, se comparado com os 78 mil dólares necessários para suprir os recursos da campanha, que se encerra em pouco mais de duas semanas.


Revista Novo Perfil Online
Fonte: Discovery Brasil


Vídeo em inglês sem legenda, apenas uma demostração de como funciona a capa:

Crédito: National News and Pictures

Em uma pequena cidade britânica chamada Brent, perto de Londres, um ladrão de carros foi capturado com o auxílio de uma nova tecnologia implantada pela polícia local. O SmartWater é um produto químico inodoro e invisível sob a luz normal, mas fica verde quando visto na luz UV.

A substância foi distribuída aos moradores da cidade para ser colocada em casas e carros. Trata-se de uma estratégia para capturar bandidos, pois a tinta marca o ladrão sem que ele perceba, e isso ajuda no processo de identificação de suspeitos.

O ladrão de carros Yafet Askale caiu na armadilha e, além da multa e das 50 horas de trabalho voluntário, virou notícia internacional.

Parece que a estratégia obteve sucesso em Brent, diminuindo a incidência de roubos e assaltos. O que você achou dessa estratégia? Será que daria certo no Brasil?

Revista Novo Perfil Online
Discovery/ Mariana Luz