Revista Novo Perfil Curiosidades

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014


Apenas uma em cada 10.000 pessoas têm um ouvido absoluto, ou seja, a capacidade de ouvir um tom e dizer que nota é. Esta habilidade incomum é adquirida no início da vida, geralmente aprendida com treinamento entre os quatro até seis anos de idade, e não há registros de adultos que conseguem aprender essa capacidade.

Mas um novo estudo mostra que pessoas que tomaram uma droga normalmente usada como um estabilizador de humor, tornaram-se significativamente melhores em identificar o tom dos sons após duas semanas de treinamento, em comparação com aqueles que tomaram um placebo.

A droga, conhecida como ácido valpróico ou valproato, “restaura a plasticidade do cérebro a um estado juvenil”, segundo o pesquisador de Harvard e coautor do estudo Takao Hensch. É a primeira vez que uma droga ajuda as pessoas a se tornar melhor em identificar tons, disse ele.

O estudo foi realizado em 24 homens jovens com pouca formação musical, metade dos quais tomaram a droga de verdade.

“Eu acho que estamos chegando mais perto do dia em que esta droga poderia ser usada para aprender novas línguas, porque já somos capazes de compreender em um nível celular como o cérebro muda ao longo do desenvolvimento”, disse Hensch.

Revista Novo Perfil Online
Fonte: Discovery 
Por Alexandre Ottoni e Deive Pazos


quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Na competição anual de nado no canal Rottnest na Austrália, os participantes muitas vezes besuntam os seus corpos com gordura animal para isolamento contra a água de 20 graus. Mas a própria gordura corporal também ajuda a mantê-los quentes, como uma camada extra de roupas sob a pele. Quando os cientistas estudaram os participantes deste evento, em 2006, eles descobriram que os nadadores com maior índice de massa corporal (IMC) pareciam estar em muito menor risco de ter hipotermia.

O mesmo efeito foi demonstrado em hospitais onde os pacientes que sofreram parada cardíaca foram tratados com “hipotermia terapêutica”, para evitar a lesão cerebral e inflamação. Estudos têm mostrado que leva mais tempo para induzir hipotermia em pacientes obesos do que em pacientes mais magros. O excesso de gordura parece isolar o núcleo do corpo.

Sob certas condições, no entanto, as pessoas com excesso de peso podem sentir mais frio do que pessoas de peso médio. Isso porque o cérebro combina dois sinais,a temperatura dentro do corpo e a temperatura na superfície da pele para determinar quando é hora de contrair os vasos sanguíneos (que limita a perda de calor através da pele) e desencadear o tremor (que gera calor). E como os depósitos de gordura subcutânea “prendem” o calor, o núcleo de uma pessoa obesa tende a permanecer quente enquanto sua pele esfria. De acordo com Catherine O’Brien, uma fisiologista do Instituto de Pesquisa de Medicinal Ambiental do Exercito dos EUA, é possível que a temperatura mais baixa da pele dê às pessoas mais gordas a sensação estarem mais frias em geral.

Mas O’Brien destaca que muitos outros fatores, além da gordura subcutânea, podem determinar a velocidade com que esfriamos. Pessoas pequenas, que têm uma área maior de superfície em relação ao volume total do corpo, perdem calor mais rapidamente, por isso dizem que as mulheres sentem mais frio do que os homens, o tamanho médio do corpo pode desempenhar um papel importante.

Um físico mais musculoso também pode oferecer alguma proteção contra a hipotermia, em parte porque o tecido muscular gera muito calor.

Revista Novo Perfil Online
Fonte: Discovery
Por Alexandre Ottoni e Deive Pazos




quinta-feira, 2 de janeiro de 2014


Tirar uma foto com o Google Glass é a coisa mais fácil do mundo: basta piscar. Isso se você tiver um Google Glass e puder piscar com o olho direito. Como eu não tenho, não posso.

Mas o recurso é muito legal, e segundo um post publicado no blog da empresa, ele é capaz de fazer outras coisas além de tirar fotos. Você pode piscar para um taxímetro para pagar pela corrida, por exemplo, ou dar uma piscadela para comprar um par de sapatos em uma vitrine. Você também pode “piscar para um livro de receitas e as instruções vão aparecer bem na sua frente – sem precisar usar as mãos, sem bagunça, sem confusão”.

Só não deixe alguma coisa cair acidentalmente dentro do seu olho, do contrário, vai começar a piscar incontrolavelmente e disparar fotos para todo lado, sabe-se lá do quê…

Revista Novo Perfil Online
Fonte: Discovery
Por Tracy Staedner


sábado, 21 de dezembro de 2013


Uma pesquisa realizada há algumas semanas em Nova York revelou que o sono “limpa” o cérebro e ajuda a prevenir doenças neurológicas, como o Mal de Alzheimer. É um dos muitos estudos que comprovam a importância do sono para o corpo humano. Cerca de 20% da população mundial sofre de insônia, o que provoca problemas como falta de concentração, acidentes domésticos ou de trabalho, perda de memória e menor desempenho intelectual.

No entanto, uma consequência menos conhecida da falta de sono é o ganho de peso. Segundo uma pesquisa realizada em 2012 e publicada na revista Academy of Nutrition and Dietetics, pessoas com “privação parcial de sono”, ou seja, que dormem entre quatro e seis horas por dia, têm níveis mais elevados do hormônio grelina e mais baixos do hormônio leptina. Enquanto o primeiro determina o apetite, o segundo é fundamental na regulação da fome e da saciedade.

Um estudo anterior, publicado na revista Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine, alertou que bebês e crianças menores de cinco anos que dormem menos de dez horas por noite são mais propensos a ser obesos ou ter excesso de peso na idade adulta.

Além dessas descobertas recentes, uma pesquisa conduzida pela Universidade de Brigham Young, nos Estados Unidos, revelou que pessoas que dormem demais também são afetadas por este fenômeno. Publicado na revista American Journal of Health Promotion, o estudo conduzido pela equipe do professor Bruce Bailey analisou 300 mulheres entre 19 e 26 anos, controlando suas atividades e horários de sono. A composição corporal de cada voluntária foi verificada antes e depois dos testes.

Os resultados sugerem que as pessoas que dormem menos de 6,5 horas ou mais de 8,5 horas são igualmente propensas a acumular mais gordura corporal, enquanto dormir e acordar à mesma hora reduz esse efeito.

O estudo também mostra que mulheres com variações de sono de 90 minutos tendem a ganhar mais peso que as que apresentam variações de 60 minutos ou menos.

Estudos anteriores também indicam que a qualidade do descanso está relacionada aos hormônios, ao apetite e ao tipo de atividade física, todos fatores que podem modificar a aparência corporal. Diante dessas evidências e de todos os problemas causados pela falta de sono, Bailey recomenda a prática de exercícios e dormir em um quarto escuro e silencioso.

Revista Novo Perfil Online
Fonte: Discovery


domingo, 15 de dezembro de 2013

© AVIER TRUEBA, MADRID SCIENTIFIC FILMS
O DNA de um representante do Homo heidelbergensis de 400 mil anos acaba de ser recuperado e sequenciado. Seu sequenciamento mitocondrial quase completo, detalhado na revista Nature, é agora o mais antigo do gênero entre as espécies humanas.

Ele revelou que o Homo heidelbergensis, o Homem de Heidelberg, viveu durante o Pleistoceno Médio e tinha um ancestral comum com os hominídeos de Denisova, um grupo que migrou da África para a Sibéria com outras espécies do gênero Homo.

“Na África de um milhão de anos atrás, eles provavelmente constituíam um único grupo; mais tarde, os ancestrais dos seres humanos atuais e os neandertais se separaram dos ancestrais do povo com o DNA mitocondrial de Denisova”, explica o co-autor do estudo, Svante Pääbo, diretor do Instituto Max Planck de Antropologia Evolucionária.

“As análises genéticas mais recentes confirmam que agora podemos estudar o DNA de ancestrais humanos de centenas de milhares de anos”, revela. “Isso permitirá estudar os genes dos ancestrais dos neandertais e denisovanos. É realmente empolgante”.

Revista Novo Perfil Online
Fonte: Discovery Brasil



Para quem tem um smartphone caro, isso já virou rotina: aquela sensação de tensão sempre que o celular cai e bate no chão. Será que dessa vez a tela se espatifou ou você escapou por pouco mais uma vez?

Felizmente, com a nova capinha para smartphones com airbag da Honda, essas perguntas se tornaram irrelevantes. Durante a queda livre, o Case N aciona seis almofadas fofinhas, parecidas com marshmallows, para garantir que seu celular aterrisse em segurança. O único inconveniente é que os usuários precisam estar dispostos a carregar um volume adicional no bolso, já que o Case N é do tamanho de uma bola de futebol .

Se esse detalhe ainda não foi suficiente para você desconfiar, detesto estragar a brincadeira, mas o Case N é só uma uma jogada de marketing para promover o novo minicarro da Honda, o N WGN. Mesmo assim, o dispositivo de amortecimento e o vídeo são de verdade –só não espere que o Papai Noel atenda seu pedido se você colocar o Case N na sua lista de Natal.

Apesar de parecer um tanto absurda, a ideia da Honda não é assim tão improvável. A Apple já solicitou uma patente de tecnologias de
“auto-endireitamento” para iPhones. O pedido de patente detalha mecanismos de proteção que “alterariam seletivamente o centro de gravidade”, incluindo “aerofólios”, um “mecanismo de propulsão” e uma “alça” que se prenderia no fio do carregador ou do fone de ouvido.

E você, já inventou um jeito de “autoendireitar” smartphones? Revele sua criatividade nos comentários abaixo.

Revista Novo Perfil Online
Fonte: Discovery Brasil

Vídeo sem legente:

sábado, 14 de dezembro de 2013


Segundo uma teoria, alguns hominídeos seriam semiaquáticos. ©Discovery
Por Victoria Bembibre

Você já deve ter se perguntado se alguma criatura mítica ou fantástica existe de fato, ou se essas figuras são fruto da imaginação de algum louco ou artista. As sereias são seres descritos minuciosamente em relatos, livros e filmes, mas será que elas existem ou existiram em um passado remoto?

Uma das teorias é a Hipótese do Macaco Aquático: ancestrais mais ou menos próximos dos humanos teriam adotado, durante um certo período, um estilo de vida semiaquático na costa africana, seja pela necessidade de buscar alimento na água ou de defender-se de predadores.

De qualquer modo, esse fato pode ter influenciado sua evolução, gerando uma subespécie anfíbia, enquanto outros hominídeos mantiveram uma existência puramente terrestre.

Embora tenha sido abandonada ao longo dos anos, ao menos três estudiosos – Max Westenhofer, ideólogo, Sir Alister Hardy, biólogo marinho, e Elaine Morgan, escritora feminista – se dedicaram a desenvolver essa teoria.


Cientistas descobriram indícios de espécies semelhantes às sereias. ©Discovery

Há múltiplas explicações que justificam a Hipótese do Macaco Aquático, entre elas:

1. O fato de sermos os únicos primatas que não tem o corpo totalmente recoberto por pelos, uma condição só existente em ambientes aquáticos ou subterrâneos.

2. Os humanos são os únicos mamíferos bípedes. Essa transformação não ocorreria facilmente na savana africana, onde evoluíram os primeiros homens. Já na água, o corpo humano tende a manter essa posição.

3. A respiração do ser humano é diferente da de outros mamíferos, já que temos a capacidade de controlá-la voluntariamente. Tal como os mamíferos marinhos, podemos inalar o ar necessário para mergulhar e depois voltar à superfície para respirar.

4. Assim como os mamíferos aquáticos, e ao contrário dos terrestres, os humanos possuem uma reserva de gordura que retêm durante todo o ano.

5. As lágrimas, a sudorese excessiva e a porção de pele que separa o polegar do dedo indicador sugerem antepassados aquáticos segundo os adeptos da teoria.

6. Por último, nossa facilidade de nadar, em comparação à falta de jeito de muitos mamíferos terrestres na água, sugere que evoluímos de seres aquáticos.


As sereias teriam uma linguagem tão complexa e desenvolvida como a dos humanos. ©Discovery

Os detratores descartam a teoria enfatizando, por exemplo, que existem muitos mamíferos aquáticos totalmente peludos, como lontras e castores. Por outro lado, nenhum mamífero aquático é bípede, e o mais importante, em nenhum momento foram encontrados vestígios fósseis que comprovem a existência de “macacos aquáticos” ou sereias.

No entanto, nos últimos anos, diversas pesquisas sugerem a possibilidade de existirem criaturas aquáticas com uma linguagem tão complexa como a do ser humano, o que fez ressurgir a hipótese das sereias.

Segundo novos estudos, alguns hominídeos podem ter passado por uma adaptação evolutiva ao ambiente aquático, transformando as duas pernas em uma cauda que lhes permitisse nadar com mais facilidade.

E você, no que acredita? Será que as sereias existem mesmo?

Revista Novo Perfil Online
Fonte: Animal Planet

Assiste o vídeo e fique por dentro deste assunto:

terça-feira, 19 de novembro de 2013

O Facebook testa uma nova ferramenta no chat, que mostra se os seus amigos estão online pelo computador ou celular. O status aparece escrito em verde, ao lado do nome da pessoa, especificando a plataforma utilizada.
Antes, a rede só informava quando o usuário estava conectado pelo celular – online ou não. O blog Techlomedia, um dos primeiros a notar a mudança, informa que a novidade é implementada aos poucos, sem alarde.

Para você a mudança já apareceu? Você gostou? Comente!

Revista Novo Perfil Online
Fonte: PBAgora

domingo, 17 de novembro de 2013

Raro fenômeno astrológico chamado Lua gigante, acontecerá hoje à noite e poderá ser visto de todo o Brasil.

“Isso ocorre de 300 em 300 anos, em média. Por conta da massa da Terra, a Lua se “desprende” do seu eixo e, até voltar a ele, fica cerca de 100 mil quilômetros mais próxima da terra. O que nos dá uma visão única e inesquecível” explicou Paul Jefferson, cientista da Nasa.

Paul também disse, em entrevista, que este raro fenômeno é muito imprevisível e só pode ser “percebido” horas antes de acontecer. Por isso muitas pessoas acabarão perdendo este verdadeiro show particular que a Lua nos fará só por não saberem que isto iria ocorrer.

O Brasil inteiro conseguirá ver a Lua gigante e o evento durará até às 23:00.

Revista Novo Perfil Online
Fonte: Jornalvdd
Foto: Henrique Filho

sexta-feira, 15 de novembro de 2013


Acordar de manhã e tomar café é um ritual matinal. Você sai da cama, vai tropeçando de sono até a cozinha, esfrega os olhos e se serve de uma xícara. Para muitos, esse primeiro gole de café define o início do dia, porque é a desculpa perfeita para dizer adeus (mesmo que por um momento) ao mundo dos sonhos.

No entanto, quanto há de verdade nisso? Steven Miller, o cérebro por trás do blog Neuroscience DC, atreve-se a duvidar da eficiência desse estimulante matinal. E ele está longe de ser um amador, já que é especialista em cronofarmacologia, ciência que analisa a interação entre os ritmos biológicos do corpo humano e os fármacos.

O organismo conta com várias referências para orientar suas necessidades ou estímulos ao longo das 24 horas do dia: o ritmo circadiano determina os padrões de sono; o ritmo ultradiano pede uma pausa a cada 90 minutos, e o ritmo do cortisol, o famoso “hormônio do estresse”, é responsável pela regulação dos níveis de alerta do organismo. Miller acredita que o consumo de cafeína, o princípio ativo do café, deve levar em conta esses relógios internos para gerar um efeito positivo e evitar perturbações ou desequilíbrios.

Por exemplo, um estudo realizado pela Universidade de Sheffield mostra que o nível de cortisol é mais elevado entre as oito e nove horas da manhã. Miller explica em seu blog: “Tomar um café pela manhã significa ingerir cafeína quando o organismo está em um nível elevado de alerta. E um dos princípios da farmacologia determina que uma substância só deve ser ingerida quando o corpo necessita dela. Caso contrário, pode-se desenvolver uma tolerância à droga, se as mesmas doses forem mantidas. Em outras palavras, a mesma xícara de café toda manhã pode se tornar menos eficaz com o tempo”.


Há outros momentos em que o corpo naturalmente retoma o estado de alerta ao longo do dia . Em geral, os níveis de cortisol aumentam até as 13h, e entre as 17h30 e 18h30. Portanto, o especialista recomenda tomar o primeiro café por volta das 10 ou 11 horas da manhã, e o restante fora dos períodos de picos de cortisol para não alterar o ritmo natural do organismo.

E quanto às bebidas energéticas?

Se você busca vigor e energia nas conhecidas latinhas coloridas, um estudo publicado na revista Nutrition Reviews Journal negou que os energéticos sejam mais eficientes que o café para aliviar o cansaço.

Não há evidências suficientes para determinar se a taurina, o guaraná, o ginseng, a vitamina B e outros ingredientes comuns dos energéticos contribuem para prolongar o desempenho físico ou cognitivo.

E adivinhem qual é o único ingrediente eficaz na fórmula dessas bebidas? Sim, a cafeína. Outro ponto a considerar, ainda mais controverso, é a quantidade de substâncias psicoativas presentes nessas bebidas (algumas marcas contêm até dez vezes mais cafeína que uma xícara de café).

Portanto, se você está sem pique, não hesite em recorrer ao café, mas cuidado com os horários e seus respectivos ritmos corporais.

Em que momento do dia você costuma beber café?

Revista Novo Perfil Online
Fonte: Discovery Brasil



sexta-feira, 8 de novembro de 2013


Não, a imagem acima não foi tirada da última sequência do filme Jogos Mortais. É uma foto do biohacker Tim Cannon, conhecido como “Cyborg DIY”, que implantou um chip de computador Circadia 1.0 do tamanho de um smartphone sob a pele do próprio antebraço.

O sensor carregado por wi-fi, desenvolvido ao longo de 18 meses por Cannon e seus colegas hackers/ artistas da Grindhouse Wetware, monitora seus sinais vitais e envia os dados em tempo real via Bluetooth a um dispositivo Android.

Segundo Cannon, o Circadia 1.0 “me envia uma mensagem de texto quando percebe que estou ficando com febre”. O dispositivo também seria capaz de ajudar a determinar quais fatores estariam provocando a elevação de temperatura. Futuras versões do sensor também devem monitorar o pulso do usuário e – graças a Deus – virão em um tamanho menor e menos assustador.

Como se o tamanho do dispositivo, a pele machucada e os pontos mal-feitos não bastassem, o procedimento não foi aprovado do ponto de vista médico. Cannon teve que recorrer a alguns pioneiros em modificação corporal para realizar a cirurgia – e ainda por cima, sem anestesia.

“Acredito que o nosso meio deve ouvir com mais precisão o que está acontecendo no corpo”, afirma Cannon. “Se, por exemplo, eu tiver um dia estressante, o Circadia comunicará esse fato à minha casa e preparará um ambiente agradável e relaxante para quando eu chegar, diminuindo as luzes e preparando um banho quente”.

Cannon espera que a primeira produção em série do chip aconteça em poucos meses, a um custo inicial de 500 dólares. Mas como o procedimento de implante certamente não terá sido aprovado, os hackers interessados terão de procurar profissionais de modificação corporal para executá-lo. Steve Haworth , o especialista que realizou a cirurgia de Cannon, afirmou que cobrará cerca de 200 dólares pelo procedimento.

Revista Novo Perfil Online
Fonte: Discovery Brasil